Jundiaí cobra 2% de ISS de empresas de TI, consultoria e corretagem, 3% de engenheiros e arquitetos e 5% de obra e design de interiores, tudo pela lista do Código Tributário. A Gestão Inova cuida do enquadramento, do CFM, do alvará pelo Balcão do Empreendedor e da rotina fiscal para desenvolvedores, engenheiros, arquitetos, paisagistas, designers, imobiliárias e corretores de Jundiaí, com escritório em Osasco e atendimento digital.
O Anexo I da Lei Complementar 460/2008, o Código Tributário de Jundiaí, fixa a alíquota de cada subitem da lista de serviços. Quem cadastra um subitem só e fatura projeto e obra pelo mesmo código paga 5% no que era 3%, ou responde por 3% no que era 5%. A consolidação publicada pela Prefeitura em 2025 traz as faixas abaixo para os nichos que atendemos.
Dentro do Simples Nacional o ISS é pago no DAS pela parcela dos Anexos da LC 123, não pela alíquota municipal; a lista de Jundiaí pesa para quem está no Lucro Presumido ou Real, para o autônomo e na retenção na fonte. Para a empresa de TI que constrói ou amplia a própria sede, o art. 161-A reduz o ISS da obra de 5% para 2% em condições definidas na lei. A conta de qual regime compensa está no planejamento tributário.
Jundiaí concentra a inscrição e o licenciamento no Balcão do Empreendedor, com análise simultânea dos órgãos, e a Lei Complementar 650/2026 separa a inscrição fiscal da licença a partir de 1º de outubro de 2026.
Balcão do Empreendedor: telefone (11) 4589-8714, das 10h às 16h; o contador cadastra a carteira de clientes com senha web para acompanhar os pedidos. Optante do Simples fica isento da Taxa do Alvará de Localização e Funcionamento no primeiro ano e paga metade no segundo (LC 460/2008, arts. 217 e 218); a partir de 1º de outubro de 2026 a regra passa a valer para ME e EPP, na redação da LC 650/2026. Veja como abrimos a sua empresa e as cláusulas do contrato social para prestadores.
Jundiaí reúne empresas de tecnologia, escritórios de engenharia e arquitetura, construtoras, paisagistas e o mercado imobiliário entre a Serra do Japi e o eixo da Anhanguera. Cada nicho tem uma página com o que muda no imposto.
Bairros e regiões de Jundiaí que atendemos: Centro, Anhangabaú, Vila Arens, Jardim Bonfiglioli, Vila Rami, Chácara Urbana, Jardim Ana Maria, Retiro, Medeiros, Eloy Chaves, Jardim Samambaia, Vila Hortolândia, Vila Progresso, Malota, Colônia e o Distrito Industrial, além de Várzea Paulista, Campo Limpo Paulista, Itupeva, Louveira, Cajamar e Franco da Rocha, em atendimento digital, com reunião presencial no escritório de Osasco quando você preferir.
Escritório em Osasco
O CFM, o licenciamento, a nota fiscal e o ISS são da Prefeitura de Jundiaí, e tudo passa pelo Balcão do Empreendedor e pelo e-GISS, que aceitam o contador cadastrado com senha web. O que muda é o contador conhecer o Anexo I da LC 460, os subitens e a rotina do Balcão. O nosso escritório fica no Centro de Osasco, e a rotina roda pelo WhatsApp, com contrato escrito e escopo definido, como manda o Conselho Federal de Contabilidade.
As avaliações estão no perfil do escritório no Google, abertas a qualquer pessoa. Não publicamos depoimento de cliente de Jundiaí sem autorização por escrito, então aqui vai o que é público.
Atendimento presencial em Osasco com hora marcada e digital para Jundiaí e região. Quer conversar sobre a sua empresa? Fale com a Gestão Inova ou veja a assessoria contábil e fiscal.
Depende do subitem da lista do Anexo I da Lei Complementar 460/2008, o Código Tributário de Jundiaí. Na consolidação publicada pela Prefeitura em 2025: 2% para informática e desenvolvimento de software, consultoria de qualquer natureza, contabilidade, advocacia e corretagem de imóveis; 3% para engenharia civil, arquitetura, urbanismo e paisagismo; 4% para propaganda e programação visual; 5% para execução de obras, decoração e design de interiores e jardinagem. No Simples Nacional o ISS vai no DAS pela parcela do anexo, e a alíquota municipal só aparece na retenção e para quem está no Presumido ou no Real.
Pelo Balcão do Empreendedor, em três passos: consulta prévia de uso do solo, que a Prefeitura dispensa para atividade digital ou remota sem estabelecimento físico; solicitação de licenciamento no sistema eletrônico, com análise simultânea dos órgãos envolvidos; e envio dos documentos por meio digital. A Lei Complementar 650/2026, publicada em 3 de julho, muda esse rito a partir de 1º de outubro de 2026: atividade de baixo risco em até 300 m² passa a ser inscrita e licenciada de forma imediata e automática, e pedido sem resposta em 180 dias conta como aprovado, salvo alto risco (art. 206-B). O alvará é lançado todo ano e não precisa de renovação enquanto endereço, atividade e área não mudarem.
O Cadastro Fiscal Mobiliário é a inscrição municipal de Jundiaí: identifica a empresa ou o autônomo para fins fiscais e permite o lançamento do ISS e das taxas. A Lei Complementar 650/2026 separa a inscrição no CFM do licenciamento da atividade, que passa a seguir o grau de risco; esses artigos valem a partir de 1º de outubro de 2026. É com o CFM que a empresa emite a nota fiscal de serviço pelo e-GISS Online e recolhe o ISS; o autônomo recolhe o imposto por valor fixo semestral em UFM, conforme o Anexo I-A do Código Tributário.
Pode ter o contador onde preferir. Inscrição no CFM, licenciamento, nota fiscal e ISS são da Prefeitura de Jundiaí e passam pelos portais dela, que aceitam o cadastro do contador com senha web para acompanhar os pedidos da carteira de clientes. O nosso escritório fica no Centro de Osasco; a rotina é digital, pelo WhatsApp, e a reunião presencial é marcada quando o cliente prefere. O que muda para quem está em Jundiaí é conhecer a lista do Anexo I, o e-GISS e o Balcão do Empreendedor.
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